7/08/2011

Um poema só meu




Deve haver um poema só meu. Um poema que me cabe na palma da mão, feito com poucas palavras e que é o espelho do mundo pela luz dos meus olhos. Não precisa de rimas ou grandes metáforas desde que fale do céu e do mar. Duas ou três palavras que possa ler de fugida e que fiquem comigo dias sem fim a contar todas as histórias que existem nos poemas de poucas palavras,

ou nos olhos de quem nos ama.


2 Comentários:

D. disse...

Gostei muito Edgar! Bonitas palavras :)

Edgar Semedo disse...

Olá D. ,

antes de tudo, obrigado pela visita, segundo, obrigado pelo elogio, terceiro, obrigado pelos textos no teu blogue.

Tudo de Bom,

Edgar Semedo

 
 
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